sexta-feira, 24 de junho de 2011

Conexão judaísmo e maçonaria


Um dos símbolos fundamentais da maçonaria é o Templo de Salomão e do Segundo Templo,(hexagrama, estrela de Davi) que também figurou como parte central da religião judaica.

Rei Salomão, uma das maiores figuras da história judaica, é também uma das figuras mais importantes nos rituais maçônicos.'
Israel tem cerca de 60 lojas maçônicas, com 3.000 membros.




O controle de Jerusalém do Monte do Templo, deve sair das mãos de Israel; mas não deve passar para a mão dos árabes. Ao invés disso, o controle de Jerusalém deve passar para a comunidade internacional iluminista/maçons. Na imagem acima a pirâmide em Eliat - Jerusalém , o seu topo já está completo, significando que os illuminati dominam já 100% de Israel e está sob controle da ONU desde 1997.

O Talmud, palavra hebraica que significa doutrina ... Ele fornece muitas ilustrações curiosas do sistema maçônico, e várias das lendas e tradições, especialmente dos graus mais elevados, ou são encontrados em ou corroboradas pelo Talmude. O tratado intitulado Middoth, por exemplo, nos dá a melhor descrição existente do Templo de Salomão. - Enciclopédia Mackey de Maçonaria

Albert Pike em Morals and Dogma: A Maçonaria é uma religião, com suas próprias divindades, seu altar e ritos próprios e os seus templos próprios, por isso pode ser demonstrado que é uma religião: suas raízes estão na Cabala Judaica, que se baseia nas antigas religiões pagãs do Egito e da Babilônia . A Maçonaria é a Matriz Real ligados ao satanismo, onde a maioria dos maçons são enganados pelos maçons de graus superiores deliberadamente.

Em “La Verite Israelite”, periódico judaico, de 1861, pg. 64: “Todo o espírito da Maçonaria é o mesmo do judaísmo, em suas crenças mais elementares, suas idéias, sua linguagem e principalmente em sua organização. A esperança que ilumina e suporta a Maçonaria é a mesma que ilumina e suporta Israel. Seu remate será esta maravilhosa casa de pregaria, da qual Jerusalém será o centro triunfante e símbolo.”

Citação de Rudolf Klein, judeu e maçom, em “Latonia”, Nº 78, de 1928: “Nosso rito é judaico, do princípio ao fim. O público deve chegar a uma conclusão: a de que temos conexões atuais com o Sionismo.”

Disraeli, em 20 de Setembro de 1863, em Ayelesbury: “Posso-lhes assegurar que aqueles que governam, devem contar com novos elementos. Temos que tratar não somente com empregadores e gabinetes. Devemos levar em consideração as sociedades secretas que possam confundir todas as medidas, em última instância. Elas possuem agentes em todos os lugares. Determinados homens incitam a assassinatos e são capazes de realizar um massacre a qualquer momento”.

“B’nai B’rith Magazine”, vol. 43, pg. 8, citando o rabino e maçom Magnim: “A B’nai B’rtih não é senão um ponto estratégico. Em todos os lugares em que a Maçonaria pode admitir ser judaica em sua natureza, as Lojas ordinárias são suficientes para a tarefa”. Nota: B’nai B’rith é uma Loja maçônica onde gentios não são admitidos.

O judeu e maçom Findel, em “Die Juden als Freimaurer”: “Compete menos uma luta pelo interesse da humanidade, que a pelos interesses e dominação do judaísmo. E nesta luta, o judaísmo se revela a si mesmo como o poder dominante, ao qual deve a Maçonaria se render. Não há nisto nada de surpreendente, porque de uma forma cuidadosa e escondida o judaísmo é a força dominante em muitas das grandes Lojas. Para a Alemanha, não se deve esquecer que o judaísmo é já o dono se seu mercado internacional, de seus negócios; donos de sua imprensa e política maçônica, e milhões de alemães são quem os financiam.”


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“Se o Poder Oculto é um grupo humano, se representa uma raça, cujos membros estão unidos por um pacto social e religioso, essa raça possui aquilo que precisa para durar. Destruindo nas nações cristãs o pacto social e religioso que mantinha a duração destas, assim as torna inferiores e tem possibilidades de vencê-las. Substituindo esse pacto pela religião materialista que suprime todo ideal, precipitando as nações em busca de um Estado social tanto mais incoerente, quando é precisamente mais suscetível de tornar impossível esse Estado, o Poder Oculto consegue pôr o mundo cristão em pleno absurdo, em completa demência, isto é, fora das leis da própria vida.

Desagrega-lhe a inteligência, enlouquece-o e o desumaniza. Se esse trabalho de descristianização chegar a seu termo, dia virá em que os filhos da raça a que pertence o Poder Oculto serão os únicos a possuir o pacto social e religioso que diferencia os homens dos animais. Por conseguinte, domesticar-nos-ão tão naturalmente e sem esforço como nós hoje domesticamos as aves de nossos galinheiros. Se esta é a obra que se pretende, se se trata, na verdade, de estabelecer por surpresa o domínio dessa raça sobre as outras, compreende-se o trabalho de descristianização que assistimos. Em caso contrário, não se compreende. Compreende-se também, nesse caso, a constituição da franco-maçonaria, o organismo tendente a assegurar o domínio do invisível sobre o visível. Esse plano não deve sequer ser suspeitado para poder ser realizado.

Compreende-se igualmente a prodigiosa acumulação de dissimulação e mentiras, graças às quais essa franco-maçonaria, foi apresentada ao mundo como uma associação cristã, fundada por cristãos, iniciadora de todos os progressos humanos, dedicada às instituições políticas sobre as quais repousavam as nações, aceita e acatada por causa disso. Compreende, afinal, porque ela foi preparada para atacar na sombra, encarniçadamente: dum lado, o catolicismo, fortaleza central, abrigo da rigorosa e intangível disciplina cristã; do outro, as monarquias conservadoras das sociedades; porque se cobre, para esse duplo ataque, com a máscara das tolerância e do respeito, porque se disfarça por trás da Razão, do Progresso e da Liberdade; porque, enfim, não ousando ainda, com tudo isso, atirar-se diretamente ao adversário que sente necessidade de ir sempre enganando até esmagar, inventou esse fanatismo da tolerância e essa hipócrita distinção entre catolicismo e clericalismo, pela qual tantos espíritos nada mal intencionados foram iludidos. Então, toda a questão maçônica se torna compreensível, iluminada em todos os pormenores. Não há outra maneira de esclarecê-la. O Poder Oculto aparece-nos, combinando seus esforços com uma lógica tão segura nisso como em tudo o mais...”
FONTE: Isto foi escrito por Copin-Albancelli, ex-maçom, em seu livro “La conspiration juive contre le monde chrétien”, edição da Renaissançe Française, e transcrito aqui (o autor refere-se ao Brasil) conforme “A História Secreta do Brasil”, vol. 2, de Gustavo Barroso.


Trechos dos Protocolos de Sião que mostram essa conexão:
"Toda república passa por diversas fases. A primeira compreende os primeiros dias de loucura dum cego que se atira para a direita e para a esquerda. A segunda é a da demagogia, de onde nasce a anarquia; depois vem inevitavelmente o despotismo, não um despotismo legal e franco, mas um despotismo invisível e ignorado, todavia sensível ; despotismo exercido por uma organização secreta, que age com tanto menos escrúpulo quanto se acoberta por meio de diversos agentes, cuja substituição não só a não a prejudica, como a dispensa de gastar seus recursos, recompensando longos serviços."..."Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim. A franco-maçonaria externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios ; o plano de ação dessa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público."
"Nós aparecemos ao operário como os libertadores desse jugo, quando lhe pro-pusermos entrar nas fileiras do exército de socialistas, anarquistas e comunistas que sempre sustentamos sob o pretexto de solidariedade entre os membros de nossa franco-maçonaria social. A aristocracia, que gozava de pleno direito do trabalho dos operários, tinha interesse em que os trabalhadores estivessem fartos, fossem sadios e fortes. Nosso interesse, ao contrário, é que os cristãos degenerem. Nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vonta-de, de modo que ele fique sem poder, força e energia de se opor a ela. A fome dá ao capital mais direito sobre o operário do que a aristocracia recebia do poder real e le-gal."
"Para que teríamos inventado e inspirado aos cristãos toda essa política, sem lhes dar os meios de penetrá-la, para que, senão para alcançar secretamente por não poder, como raça dispersa, alcançar diretamente? Isso serviu de base à nossa or-ganização da franco-maçonaria secreta, que ninguém conhece e cujos desígnios não são sequer suspeitados pelos tolos cristãos, atraídos por nós ao exército visível das lojas, a fim de desviar os olhares de seus próprios irmãos.
Deus nos deu, a nós, seu povo eleito, a dispersão e, nessa fraqueza de nos-sa raça se encontra a força que nos trouxe hoje ao limiar do domínio universal."
"Se verificarem desordens, isto significará que tivemos necessidade de per-turbações, para destruir uma solidariedade demasiado grande. Se houver um conspirata no seu seio, o chefe da mesma somente poderá ser um de nossos mais fiéis servidores. É natural que sejamos nós e ninguém mais quem conduza os negócios da franco-maçonaria, porque nós sabemos aonde vamos, conhecemos a finalidade de toda a ação, enquanto que os cristãos nada sabem, nem mesmo o resultado imediato; geralmente se contentam com um êxito momentâneo de amor próprio na execução de seu plano, sem mesmo dar fé que esse plano não provém de sua iniciativa, mas que lhes foi por nós sugerido."
"A morte é o fim inevitável de todos. Vale mais acelerar o fim daqueles que põem obstáculo à nossa obra do que o nosso, pois que criamos essa obra. Daremos a morte aos franco-maçons de maneira que ninguém, salvo seus irmãos, possa descon-fiar, nem mesmo as próprias vítimas de nossas condenações; morrerão todos, quando se tornar necessário, como se fosse de doença natural... Sabendo disso, a própria confraria não ousará protestar.Essas medidas extirparão do seio da franco-maçonaria todo germe de protesto. Pregando aos cristãos o liberalismo, mantemos nosso povo e nossos agentes numa obediência completa."

domingo, 12 de junho de 2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Como alguns cristãos são usados como cobaias da causa sionista


E grande o numero de igrejas protestantes e evangélicas fazendo propaganda para o estado de Israel, e mesmo vinculando em seus encontros, palestras sobre a "importância do povo escolhido de Deus" voltar para a "terra prometida" como diz as profecias, aqui mesmo cheguei a ver boletos para o crente fazer doações em dinheiro para ajudar Israel, já não chega o tanto de dinheiro que Israel arrecada de patrocínio das grandes empresas e multinacionais do mundo, como Coca-cola, Nestle, Dysney, só para citar algumas, e agora ainda querem sugar dos crentes.

Ate que li um texto que ressalta esse artifício dos sionistas para ludibriar certos cristãos para a causa sionista:

... "E mesmo assim eles chegam nos Cristãos e os pedem para apoiar suas insurreições armadas na Palestina dizendo, "Você quer ajudar repatriar o Povo Escolhido de Deus à sua Terra Prometida, sua terra natal, não quer? É seu dever de Cristão. Nós os demos um dos nossos garotos como seu Senhor e Salvador. Hoje em dia você vai à igreja no Domingo, e você se ajoelha e louva um Judeu, e nós somos Judeus."
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"...imagine o quão tolo seria os grandes países Cristãos dizerem, "Nós iremos usar de nosso poder e prestígio para repatriar o Povo Escolhido de Deus sua terra natal, sua Terra Prometida." Poderia existir uma mentira maior que esta? Porque eles controlam os jornais, as revistas, a rádio, a televisão, as editoras de livros, e porque eles tem os ministros no púlpito e os políticos nas saboneteiras falando a mesma língua, não é de surpreender que você acredite nesta mentira. Você iria acreditar que preto é branco se você ouvisse isto freqüentemente. Você não iria chamar preto de preto mais – você chamaria preto, branco. E ninguém poderia culpá-lo. Esta é uma das maiores mentiras da história. É a fundação de toda miséria que desgraçou o mundo."
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Você pode ler o post, completo nesse LINK.


O maior triunfo dos Judeus, porém, na arte de dividir a Cristandade injetando novas e Judaicas idéias no meio da Igreja, veio com as múltiplas revoltas dos “reformistas” Protestantes. Cada um deles é uma criatura detectável dos Judaizadores, e comentaristas Judaicos de Graetz até Louis Israel Newman foram mais felizes em reconhecê-los como tais. Em sua Influência Judaica sobre Movimentos de Reforma Cristã, Newman sumariza: “Protestantismo firmou sua maior posição onde os Judeus Marranos eram ativos ... Eles ajudaram a decompor a autoridade da Vulgata e por meio disso preparam a Europa para a Reforma.”

— No Meio Oeste, uma das maiores universidades Católicas Americanas convidou o Embaixador de Israel aos EUA para pronunciar um grande discurso a seu corpo estudantil, informando-os das razões pelas quais os Judeus (não os Católicos) deveriam possuir a Terra Santa

— Em uma coluna popular semanal, publicada em jornais diocesanos por todo o país, o autor, um padre Paulino, fez essa declaração de dependência: “Nós dependemos da religião Judaica tanto quanto nós dependemos de Jesus Cristo.”
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http://confrariadesaojoaobatista.blogspot.com/2011/06/praticas-judaizantes-multiculturalismo.html

terça-feira, 31 de maio de 2011

Os cultuadores da desgraça

O que dizer de alguns pensadores atuais, famosos em algumas instituições, como os que pensam que o idealismo e metafísica são coisas sem sentido, que o amor platônico é uma ilusão, que a moral, a tradição e os valores de sangue só servem para criar pessoas preconceituosas, conservadoras e com mentalidade da idade média, que verdades absolutas e eternas não existem, que alma se reduz a mente e mente se reduz a cérebro, que se reduz a cinzas num caixão, e que Deus está morto?

Então, o que dizer de uma pessoa sem sonhos, sem moral, sem alma, sem objetivo, sem luz e sem Deus? O contrário da graça é a desgraça, os ditos "filósofos" da desgraça, espalham a desesperança, o niilismo, o vício, o anarquismo, o materialismo, o consumismo, o sensualismo, a perversão, a depravação, a corrupção, em suma, o anátema da sociedade e o suicídio em massa, e muitos desses são cultuados nos meios intelectuais, pois acreditam estarem lutando contra a "supertição".

segunda-feira, 30 de maio de 2011

O que não costumam contar sobre a Segunda Guerra Mundial



"Judeus declaram guerra à Alemanha!" - manchete do Daily Express, 24 de março de 1933.

"Judéia declara guerra à Alemanha! judeus de todo o mundo unem-se! boicote aos produtos alemães! manifestações em massa!" - Estes foram todos os títulos no Daily Express em 24 de março de 1933.

"O povo de Israel ao redor do mundo declarar guerra económica e financeira contra a Alemanha. Quatorze milhões de judeus estão juntos como um só homem, para declarar a guerra contra a Alemanha. O negociante judeu abandonar a sua empresa, o banqueiro a sua bolsa, o comerciante o seu comércio e indigente sua lamentável galpão, a fim de unir-se em uma guerra santa contra o povo de Hitler ". - Diário de março, Expresso 24, 1933.

Juntando com Samuel Untermeyer em chamar para uma guerra contra a Alemanha, Bernard Baruch, ao mesmo tempo, estava promovendo os preparativos para a guerra contra a Alemanha. "Eu enfatizou que a derrota da Alemanha e do Japão e sua eliminação do comércio mundial daria a Grã-Bretanha uma tremenda oportunidade para inchar seu comércio exterior em volume e lucro." - Baruch, Os Anos Público, por Bernard M. Baruch, p.347 (New York: Holt, Rinehart e Winston, 1960).

"Esta declaração chamou a guerra contra a Alemanha, que foi agora determinado, uma 'guerra santa '. Esta guerra era para ser realizado contra a Alemanha até à sua conclusão, à sua destruição " (Diese den Erklärung nannte Krieg gegen Deutschland, beschlossen nun der SEI, einen Krieg Heiligen. Dieser Krieg gegen Musse Deutschland bis zu Ende Dessen, bis zu Dessen Vernichtung, werden geführt). - Dr. Franz J. Scheidl, der Geschichte Deutschlands Verfemung.

"Há meses que a luta contra a Alemanha é travada por cada comunidade judaica, em cada conferência, em todos os nossos sindicatos, e por cada judeu em todo o mundo. Não há razão para acreditar que a nossa parte nesta luta tem valor geral. Iremos desencadear uma guerra espiritual e material de todo o mundo contra as ambições da Alemanha para se tornar novamente uma grande nação, para recuperar os territórios perdidos e colônias. Mas nossos interesses judaicos exigem a destruição completa da Alemanha. coletivamente e individualmente, a nação alemã é uma ameaça à nós, judeus. "- Vladimir Jabotinsky (fundador do grupo terrorista judaica, o Irgun Leumi Zvai) em Mascha Rjetsch, de janeiro de 1934 (também citado no livro "Histoire de l'Armée Allemande", de Jacques Benoist-Mechin, Vol. IV, p. 303.).

"Hitler não terá guerra (que não querem a guerra), mas vamos forçá-lo a ele, não este ano, mas em breve." - Emil Ludwig Cohn em Les Annales de junho de 1934 (também citado em seu livro "A Nova Aliança Sagrada").

"Queremos trazer um profundo ódio para os alemães, para os soldados alemães, marinheiros e aviadores. Devemos odiar até vencermos." - Lord Beaverbrook, citado em Niemals! por Goitsch Heinrich.

"Existe apenas um poder que realmente importa. O poder de pressão política. judeus Nós somos o povo mais poderoso da terra, porque nós temos esse poder, e nós sabemos como aplicá-la." - Vladimir Jabotinsky, Boletim Diário judaica, 27 de julho de 1935.

"Antes do final do ano, um bloco econômico da Inglaterra, Rússia, França e EUA, será formado para trazer os sistemas alemão e italiano econômico para seus joelhos." - Paulo Dreyfus, "La Vie Tanger de" 15 de maio de 1938.

"A Alemanha é o nosso inimigo público número um é o nosso objetivo de declarar a guerra sem piedade contra a sua pessoa pode ter a certeza disto:.. Nós vamos levar essa guerra!" - Bernard Lecache, o presidente da "Liga Internacional contra o Racismo eo Anti-semitismo", em seu jornal "Droit de Vivre" (Direito à Vida), 09 de novembro de 1938.

"A guerra é agora proposto com a finalidade de estabelecer a hegemonia judaica em todo o mundo." - Brigadeiro General George Van Horn Mosely, A Tribuna de Nova Iorque, 29 de março de 1939.

"Os milhões de judeus que vivem na América, Inglaterra e França, África do Norte e do Sul, e, para não esquecer aqueles na Palestina, estão determinados a trazer a guerra de aniquilação contra a Alemanha até ao seu termo final." - Israeliten Voor Central Blad em Nederland, 13 de setembro, 1939.

"Pare de falar sobre as condições de paz! Quebre a Alemanha em pedaços! " - The Daily Herald, No.7426, 09 de dezembro de 1939.

"O Congresso Judaico Mundial tem estado em guerra com a Alemanha por sete anos." - Rabino M. Perlzweig (chefe da seção britânica do Congresso Judaico Mundial), Toronto Evening Telegram, 26 de fevereiro de 1940.

"A Segunda Guerra Mundial está sendo travada para a defesa dos fundamentos do judaísmo." - Mendlesohn Felix Rabi, Chicago Sentinel, 08 de outubro de 1942.


sexta-feira, 29 de abril de 2011

O Espírito Legionario por Julius Evola


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É inútil termos ilusões perante a quimera de qualquer otimismo: nos nossos dias encontramo-nos no final de um ciclo. Com o transcurso de séculos, primeiro imperceptivelmente, depois como o movimento de uma massa que cai a prumo, múltiplos processos destruíram no Ocidente todo o ordenamento normal e legítimo dos homens, inclusivamente falsificaram a mais alta concepção de viver, da ação, do conhecimento e do combate. E o movimento desta queda, a sua velocidade, o seu vértice, foi chamado «progresso».
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"A única coisa que conta é isto: hoje encontramo-nos no meio de um mundo em ruínas. E o problema é este: existem ainda homens em pé no meio destas ruínas? E que coisas devem ou podem ainda fazer? Qual deve ser a sua orientação?"
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"No sentido espiritual, existe efetivamente algo que pode servir como orientação para as nossas forças de resistência e de revolta: este algo é o espírito legionário. É a atitude de quem sabe escolher o caminho mais duro, de quem sabe combater ainda sabendo que a batalha está materialmente perdida, de quem sabe reviver e revalidar as palavras da antiga saga: «A fidelidade é mais forte do que o fogo»."
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"O princípio desta queda reside no fato do homem ocidental ter rompido os vínculos com a tradição, desconhecer cada símbolo superior da autoridade e da soberania, reivindicar para si mesmo, como indivíduo, uma liberdade vã e ilusória, convertendo-se num átomo em vez de parte integrante da unidade orgânica e hierárquica de um todo. O átomo, finalmente, tinha que chocar contra a massa dos outros átomos, dos demais indivíduos e ser envolvido no meio da emergência do reino da quantidade, do puro número, da massa materializada, não tendo outro Deus senão a economia soberana."
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Os que assumirem o «espírito legionário» são homens em pé-de-guerra; gentes que exprimem um profundo mal-estar quando contemplam a realidade que os rodeia e que não têm a mínima intenção de se unirem à presente onda de conformismo. Não é de estranhar pois que, no seu comportamento quotidiano, assumam um estilo diferente. Esse estilo confirma um tipo humano distinto.

Os Protocolos de Sião e a Nova Ordem Mundial