segunda-feira, 27 de junho de 2011

Origem do povo hebreu - A Conexão Reptiliana, segundo David Icke

Esse texto é mais polêmico, nem todos precisam concordar ...



Foi na Babilônia, aquela antiga cidade da hierarquia e sacerdócio ariano-réptil, que os sacerdotes hebreus, os levitas, começaram a criar uma história manufaturada, que obscurecia a verdade do que realmente aconteceu.

Pergunte a você mesmo, uma Fraternidade que orquestrou a destruição do conhecimento e bibliotecas antigas por todo o mundo, vai escrever a história verdadeira nos seus textos, ou eles vão produzir a versão que eles querem que as pessoas acreditem?

Durante e depois de sua estada na Babilônia, com sua riqueza de conhecimentos e estórias herdados da Suméria, os levitas mesclaram verdade, frequentemente verdade simbólica, com fantasias e esta mistura tornou-se as bases do Velho Testamento.

Os assim chamados israelitas não escreveram estes textos ou concordaram com o que eles diziam. Mesmo que se aceite que eles até existiram, os israelitas já tinham há muito se dispersado, na época que os levitas colocaram tinta nas suas canetas. Gênesis, Exodus, Levítico e Números, que juntos o pentateuco, foram todos escritos pelos levitas, ou sob sua
supervisão, durante, ou depois do seu período na Babilônia.

Este bando de sacrificadores de humanos, fanáticos bebedores de sangue e magos negros, que
você não confiaria nem para perguntar as horas, compilou a lei que o povo judeu até hoje têm que supostamente seguir. Igualmente muitos cristãos fanáticos citam este troço como a palavra de Deus! Não é a palavra de Deus, é a palavra dos levitas sob a direção dos puros sangues répteis e linhagens répteis da Fraternidade Babilônica.

As Tabuinhas Sumerianas provam inqüestionavelmente que o Gênesis foi uma versão muito editada e condensada dos registros sumérios.

Alguns exemplos, o Noé biblico equivale ao Sizudra sumerio, "Moisés" sendo encontrado nos juncos por uma princesa egípcia, essa A mesma estória foi contada pelos babilônios-sumerianos sobre o Rei Sargão.Alguns dizem tambem que Moises era um disfarce (o nome) para o faraó egípcio, Akhenaten,e de certo Akhenaton ja falava sobre monoteísmo ao povo egipcio.

Estes textos foram escritos pelos levitas, os cabeças dos que eram iniciados nas escolas de mistérios reptilianas na Babilônia.

A estória dos israelitas e judeus é largamente uma fantasia – o véu por trás do qual a verdade é escondida. Ninguém é mais enganado por estes milhares de anos do que o povo que têm se considerado ele mesmo como judeu. São aterrorizados, usados e manipulados de maneira mais grotesca e impiedosa pela sua hierarquia para progredir uma Agenda que o povo judeu em geral não têm nem começado a se identificar.

Não há exemplo maior desta manipulação, do que o jeito que as linhagens reptilianas como os judeus Rothschilds, financiaram e apoiaram os nazistas e permitiram que as pessoas comuns do povo judeu (não seus líderes) colhessem indescritíveis conseqüências. A estória levita do Exodus, é uma cortina de fumaça, para esconder o fato, que o conhecimento hebreu foi roubado das escolas de mistério egípcias, depois que eles foram infiltrados pela Fraternidade Babilônia.

Os egípcios consideravam a revelação de Jeová um roubo cometido contra as ciências sagradas.

Manly P. Hall, o historiador maçônico e iniciado, disse que a magia negra impunha a religião de estado no Egito e que as atividades intelectuais e espirituais das pessoas foram paralisadas pela completa obediência ao dogma formulado pela política clerical. Que perfeita descrição do modo de manipulação dos babilônios-levitas e de todas as religiões, como o cristianismo, que veio a surgir
das mentiras que eles vendiam (mascateavam). E este é um ponto crucial para lembrar. Judaísmo, cristianismo e islamismo todos baseiam suas crenças nestas mesmas estórias escritas pelos levitas, depois de sua estada na Babilônia.

Hebreus não eram israelitas ou judeus, eles eram iniciados das escolas de mistérios egípcias, ou pelo menos, seus fundadores eram. Não admira ter sido provado, impossível identificar uma „raça? genética hebréia, ou judia. Cohen, o nome judeu para sacerdote, provem de Cahen, a pronúncia egípcia para um sacerdote, ou príncipe.Mesmo a circuncisão, esta tradição singularmente „Judia?, proveio das escolas de mistérios egípcias e era realizada há tanto tempo atrás quanto 4.000 a.C..

Não se podia ser iniciado ao menos que se fosse circunciso. A religião hebréia não existia no Egito e não existia lei hebréia, porque não existia raça hebréia. O único culto era o culto egípcio. A religião, língua e raça hebréia somente surgiram quando iniciados dos mistérios egípcios, mais tarde conhecidos como levitas, extraíram o conhecimento do Egito e inventaram toda uma história para acobertar o que eles estavam fazendo, para quem eles estavam trabalhando e de onde eles provinham.

O Rei Salomão e seu templo são mais simbolismos. Não existe, novamente, evidências apartidárias (religiosas independentes) para uma pessoa chamada Rei Salomão. Nenhuma vez seu nome apareceu em alguma inscrição. Antes que os levitas escrevessem seus textos, o historiador grego Heródoto (485 – 425 a.C.), viajou e pesquisou as terras e a história do Egito e Oriente Próximo. Ele não escutou nada sobre o império de Salomão, do êxodo em massa dos israelitas do Egito, ou da destruição do exército egípcio que os perseguia no Mar Vermelho.

Nem Platão escutou nada em suas viagens pela mesma área. Por que? Porque é tudo invenção. As três sílabas em Sol-om-on (Salomão) são todos nomes para o Sol em três línguas. Manly P Hall escreveu que Salomão e suas esposas e concubinas eram simbólicas dos planetas, luas, asteróides e outros corpos receptivos em sua casa – a mansão solar.

As conseqüências de tudo isto para o povo que tem se autodenominado judeu, e para a humanidade em geral, têm sido bem estarrecedoras. A lei mosaica, a lei de „Moisés?, é a lei dos levitas – a lei dos puros-sangues reptilianos e das linhagens da Fraternidade Babilônica.

O que não é, é a lei ou palavra de Deus. O Tora e o Talmude, ambos compilados esmagadoramente durante e depois da época que passaram na Babilônia, são um bombardeamento mental de leis altamente detalhadas regendo cada área da vida de uma pessoa. Não existe possibilidade alguma disso ser dado por „Deus? no topo de uma montanha. Os levitas escreveram isto e então inventaram Moisés para esconder este fato.

As páginas destes textos levitas contêm um constante e revoltante
tema de extremo racismo contra não judeus e a necessidade de destruir totalmente qualquer um que os desafie.

Mas isto não é somente um diatribe (escrito violento ou injurioso) grotesco de racismo. Olhe de novo. Estas são as mesmas atitudes que os reptilianos Draco e seus subordinados têm em relação aos humanos. Lembre-se que este troço pavoroso não foi escrito por judeus ou israelitas como um povo. Eles são vítimas destas crenças, não os autores. Isso foi escrito pelos levitas, representantes das linhagens sacerdotais dos reptilianos e da Fraternidade Babilônica, que não têm mais fidelidade ao povo judaico do que tinha Adolf Hitler. Culpar os judeus por isso é
uma tolice e exatamente o que a Fraternidade quer que as pessoas façam porque isto cria enormes oportunidades para dividir e governar, o mesmíssimo fundamento de seu controle. Que horrores esta manipulação tem causado para judeus e Gentios similarmente.

A maioria das pessoas que se autodenominam judeus, é criada, desde o nascimento, para ser marionete amedrontada e doutrinada desta viciada hierarquia levita, que se metamorfoseou nos fariseus, nos talmudeistas e sionistas radicais de hoje, controlados pelos rabinos fanáticos, ministrando a lei dos levitas da Babilônia, em nome dos reptilianos.


Mais informações você pod encontrar no Livro "O Maior Segredo" de David Icke, baixando por AQUI .

domingo, 26 de junho de 2011

Mafia Italiana, Maçonaria e Igreja Catolica


Poucos sabem da vida do Albino Luciani (Papa Sorriso) o João Paulo 1, que ficou no pontificado por apenas 33 dias(idade de Cristo, alguma conexão oculta?), o que acendeu um monte de teorias e mistérios envolvendo a morte dele.
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Podemos dizer que esse papa era extremamente cristão e queria uma igreja catolica a favor dos pobres, assim ele ia contra todo luxo indevido e contra a corrupção, no entanto, ele como Papa, descobriu a existência de uma rede de corrupção. Esta era mantida por integrantes de círculos financeiros, políticos, clericais e da máfia num âmbito mundial, junte maçonaria e mafia italiana para ter uma ideia.
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Especificamente ele descobriu o envolvimento do banco do vaticano, da loja maçonica P2, e da mafia italiana, então na epoca a igreja catolica excomungava se algum membro do clero pertencia a maçonaria, o Papa teve acesso a uma lista de 63 maçons, entre eles bispos, tesoureiros do banco do vaticano, cardeais, padres, etc.
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Todos maçons influentes na igreja, o Papa então fez uma lista para começar o "limpa", só que, mais uma vez a máfia falou mais forte, como aconteceu no passado com outros papas que pensavam diferente da liderança da igreja, Luciani foi envenenado.

Informações detalhadas você pode encontrar no livro "Em nome de Deus", de David Yallop, baixando ele AQUI .

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Conexão judaísmo e maçonaria


Um dos símbolos fundamentais da maçonaria é o Templo de Salomão e do Segundo Templo,(hexagrama, estrela de Davi) que também figurou como parte central da religião judaica.

Rei Salomão, uma das maiores figuras da história judaica, é também uma das figuras mais importantes nos rituais maçônicos.'
Israel tem cerca de 60 lojas maçônicas, com 3.000 membros.




O controle de Jerusalém do Monte do Templo, deve sair das mãos de Israel; mas não deve passar para a mão dos árabes. Ao invés disso, o controle de Jerusalém deve passar para a comunidade internacional iluminista/maçons. Na imagem acima a pirâmide em Eliat - Jerusalém , o seu topo já está completo, significando que os illuminati dominam já 100% de Israel e está sob controle da ONU desde 1997.

O Talmud, palavra hebraica que significa doutrina ... Ele fornece muitas ilustrações curiosas do sistema maçônico, e várias das lendas e tradições, especialmente dos graus mais elevados, ou são encontrados em ou corroboradas pelo Talmude. O tratado intitulado Middoth, por exemplo, nos dá a melhor descrição existente do Templo de Salomão. - Enciclopédia Mackey de Maçonaria

Albert Pike em Morals and Dogma: A Maçonaria é uma religião, com suas próprias divindades, seu altar e ritos próprios e os seus templos próprios, por isso pode ser demonstrado que é uma religião: suas raízes estão na Cabala Judaica, que se baseia nas antigas religiões pagãs do Egito e da Babilônia . A Maçonaria é a Matriz Real ligados ao satanismo, onde a maioria dos maçons são enganados pelos maçons de graus superiores deliberadamente.

Em “La Verite Israelite”, periódico judaico, de 1861, pg. 64: “Todo o espírito da Maçonaria é o mesmo do judaísmo, em suas crenças mais elementares, suas idéias, sua linguagem e principalmente em sua organização. A esperança que ilumina e suporta a Maçonaria é a mesma que ilumina e suporta Israel. Seu remate será esta maravilhosa casa de pregaria, da qual Jerusalém será o centro triunfante e símbolo.”

Citação de Rudolf Klein, judeu e maçom, em “Latonia”, Nº 78, de 1928: “Nosso rito é judaico, do princípio ao fim. O público deve chegar a uma conclusão: a de que temos conexões atuais com o Sionismo.”

Disraeli, em 20 de Setembro de 1863, em Ayelesbury: “Posso-lhes assegurar que aqueles que governam, devem contar com novos elementos. Temos que tratar não somente com empregadores e gabinetes. Devemos levar em consideração as sociedades secretas que possam confundir todas as medidas, em última instância. Elas possuem agentes em todos os lugares. Determinados homens incitam a assassinatos e são capazes de realizar um massacre a qualquer momento”.

“B’nai B’rith Magazine”, vol. 43, pg. 8, citando o rabino e maçom Magnim: “A B’nai B’rtih não é senão um ponto estratégico. Em todos os lugares em que a Maçonaria pode admitir ser judaica em sua natureza, as Lojas ordinárias são suficientes para a tarefa”. Nota: B’nai B’rith é uma Loja maçônica onde gentios não são admitidos.

O judeu e maçom Findel, em “Die Juden als Freimaurer”: “Compete menos uma luta pelo interesse da humanidade, que a pelos interesses e dominação do judaísmo. E nesta luta, o judaísmo se revela a si mesmo como o poder dominante, ao qual deve a Maçonaria se render. Não há nisto nada de surpreendente, porque de uma forma cuidadosa e escondida o judaísmo é a força dominante em muitas das grandes Lojas. Para a Alemanha, não se deve esquecer que o judaísmo é já o dono se seu mercado internacional, de seus negócios; donos de sua imprensa e política maçônica, e milhões de alemães são quem os financiam.”


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“Se o Poder Oculto é um grupo humano, se representa uma raça, cujos membros estão unidos por um pacto social e religioso, essa raça possui aquilo que precisa para durar. Destruindo nas nações cristãs o pacto social e religioso que mantinha a duração destas, assim as torna inferiores e tem possibilidades de vencê-las. Substituindo esse pacto pela religião materialista que suprime todo ideal, precipitando as nações em busca de um Estado social tanto mais incoerente, quando é precisamente mais suscetível de tornar impossível esse Estado, o Poder Oculto consegue pôr o mundo cristão em pleno absurdo, em completa demência, isto é, fora das leis da própria vida.

Desagrega-lhe a inteligência, enlouquece-o e o desumaniza. Se esse trabalho de descristianização chegar a seu termo, dia virá em que os filhos da raça a que pertence o Poder Oculto serão os únicos a possuir o pacto social e religioso que diferencia os homens dos animais. Por conseguinte, domesticar-nos-ão tão naturalmente e sem esforço como nós hoje domesticamos as aves de nossos galinheiros. Se esta é a obra que se pretende, se se trata, na verdade, de estabelecer por surpresa o domínio dessa raça sobre as outras, compreende-se o trabalho de descristianização que assistimos. Em caso contrário, não se compreende. Compreende-se também, nesse caso, a constituição da franco-maçonaria, o organismo tendente a assegurar o domínio do invisível sobre o visível. Esse plano não deve sequer ser suspeitado para poder ser realizado.

Compreende-se igualmente a prodigiosa acumulação de dissimulação e mentiras, graças às quais essa franco-maçonaria, foi apresentada ao mundo como uma associação cristã, fundada por cristãos, iniciadora de todos os progressos humanos, dedicada às instituições políticas sobre as quais repousavam as nações, aceita e acatada por causa disso. Compreende, afinal, porque ela foi preparada para atacar na sombra, encarniçadamente: dum lado, o catolicismo, fortaleza central, abrigo da rigorosa e intangível disciplina cristã; do outro, as monarquias conservadoras das sociedades; porque se cobre, para esse duplo ataque, com a máscara das tolerância e do respeito, porque se disfarça por trás da Razão, do Progresso e da Liberdade; porque, enfim, não ousando ainda, com tudo isso, atirar-se diretamente ao adversário que sente necessidade de ir sempre enganando até esmagar, inventou esse fanatismo da tolerância e essa hipócrita distinção entre catolicismo e clericalismo, pela qual tantos espíritos nada mal intencionados foram iludidos. Então, toda a questão maçônica se torna compreensível, iluminada em todos os pormenores. Não há outra maneira de esclarecê-la. O Poder Oculto aparece-nos, combinando seus esforços com uma lógica tão segura nisso como em tudo o mais...”
FONTE: Isto foi escrito por Copin-Albancelli, ex-maçom, em seu livro “La conspiration juive contre le monde chrétien”, edição da Renaissançe Française, e transcrito aqui (o autor refere-se ao Brasil) conforme “A História Secreta do Brasil”, vol. 2, de Gustavo Barroso.


Trechos dos Protocolos de Sião que mostram essa conexão:
"Toda república passa por diversas fases. A primeira compreende os primeiros dias de loucura dum cego que se atira para a direita e para a esquerda. A segunda é a da demagogia, de onde nasce a anarquia; depois vem inevitavelmente o despotismo, não um despotismo legal e franco, mas um despotismo invisível e ignorado, todavia sensível ; despotismo exercido por uma organização secreta, que age com tanto menos escrúpulo quanto se acoberta por meio de diversos agentes, cuja substituição não só a não a prejudica, como a dispensa de gastar seus recursos, recompensando longos serviços."..."Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim. A franco-maçonaria externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios ; o plano de ação dessa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público."
"Nós aparecemos ao operário como os libertadores desse jugo, quando lhe pro-pusermos entrar nas fileiras do exército de socialistas, anarquistas e comunistas que sempre sustentamos sob o pretexto de solidariedade entre os membros de nossa franco-maçonaria social. A aristocracia, que gozava de pleno direito do trabalho dos operários, tinha interesse em que os trabalhadores estivessem fartos, fossem sadios e fortes. Nosso interesse, ao contrário, é que os cristãos degenerem. Nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vonta-de, de modo que ele fique sem poder, força e energia de se opor a ela. A fome dá ao capital mais direito sobre o operário do que a aristocracia recebia do poder real e le-gal."
"Para que teríamos inventado e inspirado aos cristãos toda essa política, sem lhes dar os meios de penetrá-la, para que, senão para alcançar secretamente por não poder, como raça dispersa, alcançar diretamente? Isso serviu de base à nossa or-ganização da franco-maçonaria secreta, que ninguém conhece e cujos desígnios não são sequer suspeitados pelos tolos cristãos, atraídos por nós ao exército visível das lojas, a fim de desviar os olhares de seus próprios irmãos.
Deus nos deu, a nós, seu povo eleito, a dispersão e, nessa fraqueza de nos-sa raça se encontra a força que nos trouxe hoje ao limiar do domínio universal."
"Se verificarem desordens, isto significará que tivemos necessidade de per-turbações, para destruir uma solidariedade demasiado grande. Se houver um conspirata no seu seio, o chefe da mesma somente poderá ser um de nossos mais fiéis servidores. É natural que sejamos nós e ninguém mais quem conduza os negócios da franco-maçonaria, porque nós sabemos aonde vamos, conhecemos a finalidade de toda a ação, enquanto que os cristãos nada sabem, nem mesmo o resultado imediato; geralmente se contentam com um êxito momentâneo de amor próprio na execução de seu plano, sem mesmo dar fé que esse plano não provém de sua iniciativa, mas que lhes foi por nós sugerido."
"A morte é o fim inevitável de todos. Vale mais acelerar o fim daqueles que põem obstáculo à nossa obra do que o nosso, pois que criamos essa obra. Daremos a morte aos franco-maçons de maneira que ninguém, salvo seus irmãos, possa descon-fiar, nem mesmo as próprias vítimas de nossas condenações; morrerão todos, quando se tornar necessário, como se fosse de doença natural... Sabendo disso, a própria confraria não ousará protestar.Essas medidas extirparão do seio da franco-maçonaria todo germe de protesto. Pregando aos cristãos o liberalismo, mantemos nosso povo e nossos agentes numa obediência completa."

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Como alguns cristãos são usados como cobaias da causa sionista


E grande o numero de igrejas protestantes e evangélicas fazendo propaganda para o estado de Israel, e mesmo vinculando em seus encontros, palestras sobre a "importância do povo escolhido de Deus" voltar para a "terra prometida" como diz as profecias, aqui mesmo cheguei a ver boletos para o crente fazer doações em dinheiro para ajudar Israel, já não chega o tanto de dinheiro que Israel arrecada de patrocínio das grandes empresas e multinacionais do mundo, como Coca-cola, Nestle, Dysney, só para citar algumas, e agora ainda querem sugar dos crentes.

Ate que li um texto que ressalta esse artifício dos sionistas para ludibriar certos cristãos para a causa sionista:

... "E mesmo assim eles chegam nos Cristãos e os pedem para apoiar suas insurreições armadas na Palestina dizendo, "Você quer ajudar repatriar o Povo Escolhido de Deus à sua Terra Prometida, sua terra natal, não quer? É seu dever de Cristão. Nós os demos um dos nossos garotos como seu Senhor e Salvador. Hoje em dia você vai à igreja no Domingo, e você se ajoelha e louva um Judeu, e nós somos Judeus."
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"...imagine o quão tolo seria os grandes países Cristãos dizerem, "Nós iremos usar de nosso poder e prestígio para repatriar o Povo Escolhido de Deus sua terra natal, sua Terra Prometida." Poderia existir uma mentira maior que esta? Porque eles controlam os jornais, as revistas, a rádio, a televisão, as editoras de livros, e porque eles tem os ministros no púlpito e os políticos nas saboneteiras falando a mesma língua, não é de surpreender que você acredite nesta mentira. Você iria acreditar que preto é branco se você ouvisse isto freqüentemente. Você não iria chamar preto de preto mais – você chamaria preto, branco. E ninguém poderia culpá-lo. Esta é uma das maiores mentiras da história. É a fundação de toda miséria que desgraçou o mundo."
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Você pode ler o post, completo nesse LINK.


O maior triunfo dos Judeus, porém, na arte de dividir a Cristandade injetando novas e Judaicas idéias no meio da Igreja, veio com as múltiplas revoltas dos “reformistas” Protestantes. Cada um deles é uma criatura detectável dos Judaizadores, e comentaristas Judaicos de Graetz até Louis Israel Newman foram mais felizes em reconhecê-los como tais. Em sua Influência Judaica sobre Movimentos de Reforma Cristã, Newman sumariza: “Protestantismo firmou sua maior posição onde os Judeus Marranos eram ativos ... Eles ajudaram a decompor a autoridade da Vulgata e por meio disso preparam a Europa para a Reforma.”

— No Meio Oeste, uma das maiores universidades Católicas Americanas convidou o Embaixador de Israel aos EUA para pronunciar um grande discurso a seu corpo estudantil, informando-os das razões pelas quais os Judeus (não os Católicos) deveriam possuir a Terra Santa

— Em uma coluna popular semanal, publicada em jornais diocesanos por todo o país, o autor, um padre Paulino, fez essa declaração de dependência: “Nós dependemos da religião Judaica tanto quanto nós dependemos de Jesus Cristo.”
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http://confrariadesaojoaobatista.blogspot.com/2011/06/praticas-judaizantes-multiculturalismo.html